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Cardilium

Cardilium

Tristes memórias doces

Os olhos sempre cheios de outono,  o peito nascente de cascata, rebuliço de memórias doces que são hoje tristeza, nada pode ser novamente se já o foi.

 

Entre a neblina que pousa nas folhas caídas a nordeste, escolho um sorriso e visito um cliente, os dois, eu e ele, durante mais de sessenta minutos não sabemos quem o outro é, não sabemos sequer quem somos, esgrimamos interesses de desumanização, que a humanidade que se lixe.

 

Depois, cumprimentamo-nos, arrumo o sorriso escolhido, volto aos olhos de outono e às tristes memórias doces. 

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