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Cardilium

Cardilium

Extracto de um conto pobre de espirito

" ... Jamais se pode disfarçar para sempre a paz podre das escolhas, um dia o verniz estala, e toda a ofensa gratuita saí cega em direcção a quem é de paz, o ódio tem efeito boomerang, a revelação das comadres associa-se ao festim, ocorrem-me os filhos dos amantes de ambas as partes e a vergonha da desilusão a instalar-se com efeitos futuros e retroativos, ao entrarem na escola no dia seguinte. Não se escolhem os filhos, também não se escolhem os pais, tudo é muito bem ilustrado para o mundo ver, para magoar mais. Os filhos deviam ter mais escolhas e poderem educar os pais. Depois, toda uma multidão de cabras cegas ofensivas esfaqueia quem não conhecem e, ofendem opinativamente o infundado adultério vingativo e alucinado de dois pobres seres isentos de coração.

 

Do outro lado o pecado é apenas a paz e o amor, e ambos vingarão abraçados com a verdade. No outro lado a paz finalmente instalou-se com a confirmada intuição da sabedoria.

 

Os rostos tristes e envergonhados tentam agredir para se sentirem melhor, são momentos, quando a noite caí, cada um sabe dentro de si, o tamanho da sua vergonha, do erro cometido pela falta de princípio e humanidade. Não há número de velas a arder que devolva a alma a gente ignorante, sem escrúpulos e maquiavélica.

 

O tempo tem todo o tempo do mundo e a paz escolherá quem é de paz. A paz finalmente instalou-se.

 

cai uma mensagem: " ... amar-te-ei para sempre nos braços de outro qualquer ... "