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Cardilium

Cardilium

Sem imagem

Não estou inspirado para trabalhar, apetece me um pouco de conversa sem imagem. Sem ter em conta as boas práticas. Apetece – me ser eu, hoje estou cansado de representar um papel que me faz ter um ordenado no final do mês. Apetece-me sentir qualquer coisa que não seja olhar para a minha direita e ver um tipo todo certinho, com mulher, filhos, casas, carros, mas quadrado de pensamento. Olho para a esquerda e vejo o outro que é esperto de mais para a cabeça que tem. Apetece-me estar com alguém que entenda, que a maior fortuna não é o que temos e cá deixamos, mas sim, o que levamos connosco. Apenas levamos pensamentos, os livros que lemos, as viagens que fazemos, e as musicas que ouvimos. Levamos o que sentimos. Eu gosto de sentir, por muito que me assuste, gosto. Gosto de abraços. Gosto se ser ouvido sem ser julgado. Escrevo para te dar um beijo e a lua cheia, O mar que deitas pelas lágrimas, saborosamente salgadas. Escrevo para dizer que me lembro. Que não me esqueço. Escrevo porque gosto de ti. Escrevo porque gosto de escrever. Beijo-te a alma com o coração.

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