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Cardilium

Cardilium

Joana

Faça chuva ou faça jazz, faça fado ou chova ternura, os teus braços incandescentes são de marfim aventura, porto de abrigo, descoberta, sonho presente, existência. A voz do vento é como a voz do silêncio. Ora brada, ora se cala. Neste dia, há uns velhos dias atrás, que somam já anos, peguei-te. Peguei-te entre os meus dedos dentro das minhas mãos, e fiz duas promessas. Uma a ti, outra a mim. Talvez seja o meu prometimento único e cumprido. Sem vaidade ou falsa modéstia, sou um Pai, e ser um Pai não é igual a ser pai. Os dias têm um fim, para os seguintes poderem ser melhores. Tão próximo e fervente é o que sinto, que as palavras só me atrapalham neste momento. Parabéns filhota e obrigado por cuidarmos assim um do outro, desta forma simples de grandeza e aceitação, de presença e afecto. A ti, também te devo o homem transformado que sou. De ti renasci. A nossa historia, contar-se-ia facilmente da frente para trás, embora se tenha vivido de trás para a frente. Amo-te, sem receio algum de gritar esta palavra.

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